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Sobre
as Cores do Tempo da Graça
Em
décadas recentes, as igrejas presbiterianas vêm-se
utilizando das cores litúrgicas para realçar os
diferentes dias e épocas do ano cristão. As cores
são empregadas nas togas do pastor e do coro, nas
toalhas da mesa e púlpito, em marcadores de páginas,
na Bíblia do púlpito, nas oferendas florais e em
bandeiras litúrgicas.
A introdução de cores litúrgicas no culto, sempre
deve ser acompanhada de um processo de educação
para que todos compreendam com clareza os
significados das cores.
As cores criam um ambiente que muda de acordo com a
época e o dia do ano litúrgico, assim comunicando
melhor o tema do culto determinado pelas liturgias e
proclamação da Palavra. As cores reforçam o
sentido festivo do domingo e enriquecem nosso
envolvimento com os grandes atos de Deus que
celebramos.
O esquema tradicional das cores litúrgicas é
simples:
O branco e a cor de ouro simbolizam a
Divindade, luz, glória, alegria e vitória. São
usadas para celebrar a obra redentora de Cristo
(Natal, Epifania, Batismo do Senhor, Trindade e
Cristo, o Rei do Universo).
O vermelho, símbolo do fogo e do sangue dos
mártires, é a cor das celebrações do Espírito
Santo e da Igreja: Pentecostes, "31 de
Julho", Dia da Reforma, bem como aniversário
das igrejas locais, ordenação e investiduras de
pastores.
O roxo caracteriza as épocas do ano cristão
dedicadas à reflexão, arrependimento e preparação,
como o Advento e a Quaresma.
O azul claro tem sido empregado também
durante o Advento por expressar a esperança.
O verde, cor da natureza, vida e crescimento,
é usado ao longo do tempo comum.
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